quinta-feira, 26 de março de 2009

Músicas da Marcha

Olá gente,

Com um pouco de atraso, gostaria de compartilhar com vocês uma experiência muito bacana que tivemos no 8 de março, em São Paulo.

Nós fizemos um panfletinho chamado "Cante com a Gente" com todas as músicas que couberam no A4 e que a gente lembrou que já cantamos ou gritamos em alguma passeata alguma vez na vida.

Na realidade, isso não é nenhuma novidade. Mas ajudou a melhorar bastante nossa performance, porque podemos cantar músicas grandes que normalmente a gente não lembra da letra. Além disso, fizemos um pouco a mais e distribuimos para outras pessoas que puderam aumentar o coro e marchar cantando com a gente!]

Convido a todas as bloggeiras, que frequentem ou não os ensaios, a socializarem conosco as músicas, palavras de ordem e ritmos. Depois do FSM 2009 estamos vendo surgir em alguns estados núcleos da MMM e batucadas feministas e o blog pode ajudá-las nesse início de trajeto.

saudações feministas!!!

Camila Furchi
MMM-SP

segunda-feira, 2 de março de 2009

Manifestações do 8 de março!

Belo Horizonte/MG
06 de março - Ato Público. Eixo: “Contra a violência do capital e do patriarcado, marchamos pela vida e trabalho das mulheres”.
Concentração às 14h na Praça Sete.

08 de março – Pela manhã: Intervenção na Feira Hip e Parque Municipal
Pela tarde: Encontro de Mulheres da Região Metropolitana no Conservatório da UFMG

Distrito Federal
05 de março - 14 às 17h: Pré- lançamento da Campanha por Igualdade de Oportunidades da CUT e debate sobre o eixo “Creches: garantia de direitos e papel das políticas públicas para a construção da autonomia das mulheres”.
Auditório do Centro de Ensino Médio Nr. 04, Ceilândia (estação de metrô Guariroba).
Organização: CUT/DF e Secretaria de Mulheres do SINPRO/DF. Participação: Marcha Mundial das Mulheres, Conselho Tutelar e Promotoria Pública da Ceilândia.

07 de março - 9h: Ato político – cultural no Parque da Cidade. Panfletagem, ações de cidadania (saúde: prevenção de câncer de mama, colo do útero e doenças laborais, orientações sobre combate à violência contra a mulher, documentação civil, etc.) e show musical.
Estacionamento 12, próximo à administração do Parque.
Organização: CUT/DF
Informações: 3251-9374

07 de março – 10h30 - Ato Público na Feira da Ceilêndia
Organização: Fórum de Promotoras Legais Populares do Distrito Federal e Marcha Mundial das Mulheres no DF


Fortaleza/CE
8 de março - Ato Unificado. Eixo: "Contra a globalização capitalista, uma revolução feminista e socialista". O ato estará dividido em alas: direito ao aborto; violência contra as mulheres; liberdade sexual; trabalho das mulheres e autonomia econômica; turismo sexual e tráfico de mulheres.
Concentração às 9h, na Praça 31 de março.

Pará
7 de março – Seminário em Ananindeua. Debate sobre a Lei Maria da Penha, com presença da Batucada. 8h.
8 de março - Ato unificado. Eixo: Contra a CPI do Aborto e a Pedofilia. Concentração às 9h na Escadinha. Caminhada até Praça da República.



Rio de Janeiro
Atividades do Dia Internacional da Mulher
6 de março - Ato unificado. Concentração às 18hs na Candelária
7 de março - Ato no calçadão de Campo Grande, às 9h30.
8 de março - Ato da Marcha Mundial das Mulheres, com o eixo: Autonomia econômica das mulheres. Concentração as 10hs no Aterro do Flamengo, em frente à passarela do Belmonte. Haverá encenação da Peça "Eu também sou mulher" do grupo Marias do Brasil.
6 a 8 de março - 1ª Feira Feminista da Economia Solidária de Teresópolis

São Paulo

6 de março – Debate sobre a situação de criminalização das mulheres e a CPI do aborto. Na Assembléia Legislativa de São Paulo, auditório Teotônio Vilela, às 18h.
8 de março – Ato unificado. Eixo: “Nós não vamos pagar por essa crise! Mulheres livres, povos soberanos!”. Concentração às 10h na Praça Osvaldo Cruz. Caminhada até o Ibirapuera, onde será realizado um ato pela legalização do aborto.


Manifestação Internacional – Mulheres da CUT
A Comissão de Mulheres da Coordenadora de Centrais Sindicais do Cone Sul, da qual a CUT faz parte, está organizando uma manifestação internacional em Santana do Livramento, RS.
Os eixos serão: a defesa de igualdade salarial entre homens e mulheres, combate à violência contra as mulheres, a luta por soberania alimentar.
Dia 8 de março, a partir das 13h no Parque Internacional. Fronteira Brasil/Uruguai.
Mais informações: www.cut.org.br

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

Ensaio Fuzarca Feminista em São Paulo

Gente,

Depois da incrível experiência de batucar ao lado de mulheres da Marcha Mundial das Mulheres de todo Brasil - éramos mais de 100 batuqueiras - no FSM 2009, nós aqui em São Paulo, voltaremos a ensaiar, agora pra bombar no 8 de março!!!

Será dia 28 de fevereiro, as 15h00, no Vão Livre do Masp, na Avenida Paulista.

Saudações Feministas, anti-capitalistas e anti-racistas!!!

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

Mulheres do Chile e Líbano

Meninas, aqui vai uma conversa entre Mariela Erazo da Corporación Humanas (Chile) e Farah Salka da Liga de Ativistas Independentes (Líbano). São duas militantes feministas que passaram por São Paulo ano passado e visitaram a SOF pra conhecer a MMM.
Essa conversa foi extraída do blog www.raoni.info

Mariela: Quais são as principais violações de direitos humanos das mulheres no Líbano?

Farah: Basicamente quando se fala em violação dos direitos humanos das mulheres no Líbano, se fala em vários níveis.

Não só há o sexismo, como as mulheres não têm consciência que são oprimidas. Não são opressões explícitas e como estão em todas as partes, nas igrejas, escolas, locais de trabalho, acham que é normal. Por exemplo, as mulheres Libanesas não podem conceder nacionalidade aos seus filhos e companheiros, somente os homens o podem, se eu tiver um marido mexicano e filhos com ele, mesmo vivendo no Líbano, terei de pedir permissão para que meus filhos vivam no país uma vez por ano.

No Líbano as mulheres para serem aceitas socialmente tem que portar-se conforme o estereótipo de beleza, comportamento, complacência, tudo para agradar aos homens. Não podem desempenhar tarefas tidas como masculinas, como dirigir táxis por exemplo, sem serem taxadas de "problemáticas".

Apesar de muitas mulheres terem acesso à educação, não ocupam espaços de comando nem em organismos estatais e tão pouco em empresas privadas.
Por isso que faço parte desse movimento, a Liga de Ativistas Independentes. Temos o movimento "Banat Akhir Zaman" que significa "as garotas dos últimos tempos", utilizado de forma pejorativa para garotas mais jovens que saem com freqüência, agem com liberdade. Adotamos essa expressão com forma de afirmação da nossa condição, queremos ser diferentes mesmo.

Estamos trabalhando por uma lei que criminalize a violência familiar. Queremos trabalhar a consciência das mulheres para que saibam da existência da lei, a vizinhança a utilize, que seja agentes de sua própria proteção, que denunciem.

M: Existem articulações entre as organizações feministas em âmbitos nacional, regional e internacional?

F: A "Banat Akhir Zaman" é uma organização de todo o mundo árabe, não somente no Líbano. Organiza entre cinco e seis mil garotas. O Líbano assinou muitas convenções internacionais sobre direitos humanos, mas esses direitos não saem do papel.

M: Gostaria que comentasse sobre a participação política das mulheres, sobre a situação dos direitos sexuais e reprodutivos no Líbano.

F: Nas Universidades do Líbano há até mais mulheres que homens, mas isso ocorre pois somente os homens viajam, inclusive para estudar, então se levarmos em conta o total de estudantes libaneses os homens são a maioria. Mas a questão principal é que as mulheres se concentram em carreiras socialmente desvalorizadas, se formam mais não ocupam cargos importantes, quando casam abandonam a profissão. Atualmente, das 128 cadeiras do parlamento, somente seis são mulheres. Sendo que essas só ocupam a posição devido a parentesco com outros parlamentares e políticos homens, não tratam das temáticas das mulheres. No judiciário ocorre o mesmo.

M: Poderias comentar sobre os direitos civis e políticos das mulheres, especialmente em relação ao assassinato da ex-Primeira Ministra Paquistanesa, Benazir Butho e as detenções arbitrárias de Asma Jihangir e Hina Jilani?

F: No Líbano, notícias de assassinatos de lideranças femininas não são tratadas e compreendidas pelas mulheres como questão de gênero. Assim não se guarda dados, não são lembradas.

M: A maior parte das informações que recebemos são da Anistia Internacional com abaixo-assinados, em que ponto o apoio internacional é relevante?

F: Algumas campanhas são ajudadas pelo apoio internacional, mas outras não requerem. Por exemplo, as mulheres do Sri Lanka são as mais exploradas no Líbano. E não se pode buscar apoio da Embaixada do Sri Lanka porque são eles os próprios promotores do tráfico de seres humanos, a exploração das mulheres migrantes em troca do lucro.

M: As mulheres tem acesso a educação sexual e anticoncepcionais?

F: Nada. As mulheres não sã educadas sexualmente e são privadas de anticoncepcionais. O máximo que ficam sabendo são do seu período menstrual. E nas poucas escolas de elite, quando há educação sexual, há uma sessão por ano, onde se separam os meninos das meninas e não se fala abertamente do tema, suprimindo informações importantes de proteção à saúde.

M: E como está a situação de violência contra as mulheres no Líbano?

F: Muito mal, não há sequer dados de registro. Há assédio nas ruas a mulheres desacompanhadas, que são muito desrespeitadas. Ocorre muitos estupros dentro do casamento, que não são punidos.

F: E qual a situação de Chile quanto as violações dos direitos das mulheres?

M: Não existe um nível adequado de educação sexual e acesso a métodos anticonceptivos, implicando uma alta taxa de gravidez de adolescentes. O que ocorre principalmente entre as jovens de baixa renda. Neste ano se proibiu a distribuição da "pílula do dia seguinte" na rede de saúde pública, caracterizando a discriminação de classe, pois as que têm recursos podem comprá-las na farmácia.

A violência doméstica é um grave problema, numa população de quinze milhões de habitantes, são assassinadas setenta mulheres por ano pelas mãos dos seus companheiros. Esse feminicídio não é protegido pelo Estado, por não haver prevenção e tão pouco proteção aos mulheres ameaçadas, essas que mesmo sobre proteção estatal são assassinadas demonstrando a total ineficácia dessas medidas.

A situação tem melhorado devido a um aumento da cobertura da mídia aos casos de violência, principalmente relacionando-os a opressão de gênero e utilização de termos mais politizados como feminicídio, por exemplo.

sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

Lambe lambe no FSM

Outra coisa pro FSM!!!
Vamos fazer duas colagens!
Na quarta feira que vem vamos fazer os lambes, então a idéia é que todas possam contribuir com frases aqui no blog.

Eu gosto por exemplo daquela "contra a globalização do silicone, globalizemos a rebeldia feminista!"

saudações feministas,

Tica

Batucada da MMM no FSM!!!

O FSM está chegando e estamos preparando os tambores para marcar a presença da MMM, denunciar o capitalismo e o machismo, e mostrar o mundo que queremos construir.
A agenda da MMM inclui uma série de atividades (estão todas aí embaixo) e já começamos a organizar a batucada para dar conta de estar nos principais espaços!
Lembrem-se que seremos 100 batuqueiras, o que significa que precisamos de muita organização e esforço pra entrar no ritmo!

Por isso, antes da passeata de abertura, vamos fazer o nosso ensaio.
Será às 10 horas do dia 27 de janeiro, na escola onde a MMM estará alojada.
Na manhã do dia 28, a Frente pela legalização do aborto fará uma intervenção no palco contra a criminalização dos movimentos sociais, denunciando a criminalização das mulheres que realizam aborto e afirmando a autonomia das mulheres sobre seus corpos e suas vidas. Estamos contando com cerca de 30 batuqueiras para esse momento.
Na tarde do dia 28 vai acontecer uma das principais atividades da Marcha, sobre nossa ação internacional de 2010. Após essa atividade vamos fazer o maior batuque no território do FSM, no qual todas devem estar presentes!
Também vamos marcar presença na Assembléia dos Movimentos Sociais, dia 30.
Além de tudo isso, inscrevemos no Acampamento da Juventude uma oficina de batucada! Vai ser um momento importante pras meninas dos estados que ainda não tem batucada, e pras que nos conhecerem no FSM e se empolgarem pra militar com a gente!

Em frente ao nosso alojamento tem uma praça, onde podemos ensaiar e trocar ritmos.

Pra garantir tudo isso, os estados que têm batuques devem fazer um super esforço pra levar pro FSM nos ônibus. Cada uma pode levar um tambor com lata dentro. As meninas de Belém já estão providenciando mais instrumentos.

Meninas, enviem pro nosso e-mail o número de batuqueiras do seu estado, e também é importante saber quantos batuques cada estado vai conseguir levar! (tica@sof.org.br e adriana@cf8.org.br)

Confiram toda a programação da MMM no FSM!

Atividades da MMM, REMTE, e movimentos sociais aliados no FSM de Belém

Dia 27

10h - Ensaio da Batucada!
13h – Reunião de boas vindas da Marcha Mundial das Mulheres.
De lá partiremos juntas para a passeata de abertura.

Dia 28
15h30 às 18h30

Mulheres em Marcha! Construindo a ação internacional de 2010

Organizada pela Marcha Mundial das Mulheres



Dia 29


8h30 às 11h30

Crítica feminista e lutas anti-sistemicas: Trajetória recente na América Latina

Co-organizada por Marcha Mundial das Mulheres e Pañuelos en Rebeldía


12h às 15h

Crítica feminista e lutas anti-sistêmicas: Desafios nos processos de articulação
Co-organizada por Marcha Mundial das Mulheres e Pañuelos en Rebeldía


8h30 as 11h30

Além da crise: a construção de outro modelo na América Latina

Co-organizada por REMTE, Grupo Nacional Contra Deuda, Jubileo Sur, Marcha Mundial de las Mujeres, CLOC-Vía Campesina, CAOI, MST, CLACSO, Minga Informativa de los Movimientos Sociales, ALAI, Alianza de Pueblos del Sur Acreedores de Deuda Ecológica,FEDAEPS, Diálogo sur-Sur LGBT, GALFISA, Centro Martin Luter King, Escuela de Mujeres Lideres Dolores Kacuango – ECUARUNARI


12h às 15h

Agroecologia, Economia e Feminismo

Realização: Esplar, Sindicato de Trabalhadoras e Trabalhadores Rurais dos Municípios de Choró e Quixada- Ce; Marcha Mundial de Mulheres.

Co-organização: REF, PACS, CMN e Gt Mulheres da ANA.


12h às 15h

Integração e desenvolvimento desde a perspectiva das mulheres: Os desafios do movimento de mulheres no contexto da integração regional

Organizada pelo Comitê de Mulheres da ASC

15h30 às 18h30

A Comunicação nos processos de integração

Co-organizada por Minga Informativa dos Movimentos Sociais, ALAI, CMMLK, REMTE, MMM, CLOC-Vía Campesina, Fedaeps, Galfisa


Dia 30

8h30 às 11h30

Movimentos Sociais da Alba


12h às 15h

Assembléia Mundial dos Movimentos Sociais

Dia 31
8h30 às 11h30

Mudanças climáticas e as falsas soluções que afetam a soberania alimentar
Co-organizada por Cone Sul Sustentavel, Marcha Mundial das Mulheres, Amigos de la Tierra - Uruguay, CLOC/Via Campesina, REMTE, Fundación Heinrich Böll.

8h30 às 11h30

Auditoria da Dívida: a experiencia equatoriana em perspectiva

Co-organizada por REMTE, Grupo Nacional Contra Deuda, Jubileo Sur, Marcha Mundial de las Mujeres, CLOC-Vía Campesina, CAOI, MST, CLACSO, Minga Informativa de los Movimientos Sociales, ALAI, Alianza de Pueblos del Sur Acreedores de Deuda Ecológica,FEDAEPS, Diálogo sur-Sur LGBT, GALFISA, Centro Martin Luter King, Escuela de Mujeres Lideres Dolores Kacuango – ECUARUNARI

8h30 às 11h30

Crise Global, integração e livre comércio. Leitura e alternativas a partir dos movimentos sociais da América

Organizada pela ASC


12h às 15h

Da luta contra a ALCA às Alternativas. Contribuições para a integração dos Povos nas Américas

Atividade organizada pela Aliança Social Continental



12h às 15h

A ilegalidade do aborto ameaça a vida das mulheres

Frente Contra a Criminalização das Mulheres e Pela Legalização do Aborto; Articulação de Mulheres Brasileiras; Articulação de Mulheres Negras Brasileiras; Jornadas Brasileiras pelo Aborto Legal e Seguro, Liga Brasileira de Lésbicas; Marcha Mundial de Mulheres; Rede Feminista de Saúde, Direitos Sexuais e Reprodutivos; Secretaria Nacional da Mulher Trabalhadora da CUT; União Brasileira de Mulheres, União Nacional dos Estudantes.



15h30 às 18h30

Presidente Hugo Chaves e Evo Morales e os Movimentos Sociais



15h30 às 18h30

Enfoques feministas para a transformação estrutural

Co-organizada por REMTE, Grupo Nacional Contra Deuda, Jubileo Sur, Marcha Mundial de las Mujeres, CLOC-Vía Campesina, CAOI, MST, CLACSO, Minga Informativa de los Movimientos Sociales, ALAI, Alianza de Pueblos del Sur Acreedores de Deuda Ecológica,FEDAEPS, Diálogo sur-Sur LGBT, GALFISA, Centro Martin Luter King, Escuela de Mujeres Lideres Dolores Kacuango – ECUARUNARI


Atividades da MMM no território do Acampamento da Juventude


Batucada Feminista


O Mercado e a vida das mulheres: do padrão de beleza ao tráfico internacional

quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

Batucada de Mossoró faz "Pedágio pró-FSM"

A Batucada Feminista de Mossoró faz pedágio na cidade para contribuir com despesas na viagem para o FSM.

Dia 17 de janeiro a Batucada organizará um encontro das Batucadas para discutir o FSM, produzir materiais e ainda nesse mesmo dia organiza um pedágio em 02 pontos da cidade para conseguir grana para poderem participar do Fórum Social Mundial que acontece nos dias 27/01 a 01/02 em Belém do Pará.

É isso. Vamos a luta!!! Vamos ao FSM!