O cruzamento dos dados das eleições de 2008 com os dados das eleições de 2004 indica que:
a) de 5.557 prefeitos eleitos em 2004, 5.141 são homens e 415, mulheres;
b) de 5.546 prefeitos eleitos em 2008, 5.042 são homens e 504, mulheres;
c) de 51.902 vereadores eleitos em 2004, 45.252 são homens e 6650, mulheres;
d) de 51.920 vereadores eleitos em 2008, 45.415 são homens e 6505, mulheres.
Houve, portanto, aumento do índice de prefeitas de 7,48% para 9,08%; decréscimo de prefeitos de 92,6% para 90,92%; variação do índice de vereadoras de 12,62% para 12,52% e dos vereadores de 87,38% para 87,48%.
FONSECA-SILVA, Maria da Conceição; SILVA, Edvania Gomes da. MULHER E PODER POLÍTICO: UMA ANÁLISE DA MEMÓRIA DISCURSIVA E DA VISIBILIDADE MIDIÁTICA .
Veja mais aqui
sexta-feira, 4 de dezembro de 2009
segunda-feira, 30 de novembro de 2009
Mais mulheres em Marcha no Pará
No último sábado, dia 28/11, fizemos nossa plenária. Participaram mulheres estudantes, comunitárias, sindicalistas urbanas e rurais. Todas lideranças em seus movimentos.
Para saber mais, visite mulheresemmarcha.blogspot.com
Para saber mais, visite mulheresemmarcha.blogspot.com
quinta-feira, 26 de novembro de 2009
Pará, participe da nossa plenária!

Já estamos trabalhando para levar uma delegação paraense à Campinas. Participe de nossas ações. Venha para plenária da Marcha.
PLENÁRIA SOBRE AÇÃO DE 2010 - MARCHA MUNDIAL DAS MULHERES
Dia: 28/11/2009 (sábado)
Hora: 15h
Local: Sindicato dos Bancários do Pará e Amapá (Rua 28 de Setembro, Nº 1210 - entre Doca e Quintino)
Informações:
91 81196110 (Tatiana) ou 91 82537009 (Gisele)
quinta-feira, 19 de novembro de 2009
Lançamento 3ª Ação Internacional da Marcha Mundial das Mulheres
A Terceira Ação Internacional da Marcha Mundial das Mulheres no Brasil, acontecerá entre os dias 8 e 18 de março 2010 e será estruturada no formato de uma marcha, que vai percorrer o trajeto entre Campinas e São Paulo, com 3 mil mulheres organizadas em delegações de todos os estados. Será uma grande ação de denúncia, reivindicação e formação, que pretende dar visibilidade a luta feminista contra o capitalismo e em favor da solidariedade internacional, além de buscar transformações reais para a vida das mulheres brasileiras.

Lançamento da 3ª Ação Internacional da Marcha Mundial das Mulheres
Dia 26 de novembro de 2009, às 18h30, na Câmara Municipal de São Paulo
Local: Viaduto Jacareí, 100 – Salão Nobre
PROGRAMAÇÃO:
Mística
Exibição do vídeo: "Lançamento da Carta das Mulheres para a Humanidade"
Porque as mulheres marcham no Brasil e Mundo.
2010 - 100 anos da proposição do 8 de março: a Luta e auto-organizaçao das mulheres operárias.
Convite a fala das organizações parceiras
Música
Lançamento da 3ª Ação Internacional da Marcha Mundial das Mulheres
Dia 26 de novembro de 2009, às 18h30, na Câmara Municipal de São Paulo
Local: Viaduto Jacareí, 100 – Salão Nobre
PROGRAMAÇÃO:
Mística
Exibição do vídeo: "Lançamento da Carta das Mulheres para a Humanidade"
Porque as mulheres marcham no Brasil e Mundo.
2010 - 100 anos da proposição do 8 de março: a Luta e auto-organizaçao das mulheres operárias.
Convite a fala das organizações parceiras
Música
quarta-feira, 18 de novembro de 2009
Nota de repúdio à Semana da Mulher, organizada pelo DCE PUC Minas

O Coletivo de Mulheres da PUC Minas vem a público repudiar as atividades da “Semana da Mulher” organizadas pela gestão do DCE “Voz dos Estudantes”. De 16 a 18 de novembro acontecem no campus Coração Eucarístico da PUC Minas oficinas de moda, beleza e emagrecimento destinadas, principalmente, às mulheres estudantes e patrocinadas por empresas de cosméticos, salões de beleza, academias entre outros.
Essa iniciativa reforça a imposição de padrões de beleza e de comportamento às mulheres, tolhendo sua autonomia, desrespeitando sua diversidade e tratando o corpo e vida das mulheres como mercadoria.
Sabemos que são esses padrões, estimulados por atividades como essa, que reforçam o uso indiscriminado de remédios para emagrecer, o grande número de cirurgias plásticas e as doenças relacionadas a distúrbios alimentares.
Por outro lado as empresas farmacêuticas e cosméticas lucram cada dia mais com a reprodução desses padrões e ajudam a colocar as mulheres em situação de permanente insegurança com relação ao seu próprio corpo.
O DCE deveria ser a entidade que promove o debate sobre essas questões e luta pelo combate a todo o tipo de opressão e não que constrói atividades patrocinadas por empresas, com intuito de fazer propaganda, que reproduz imagens estereotipadas das mulheres e reforça um movimento estudantil acrítico e descompromissado.
Assinado
Coletivo de Mulheres PUC Minas
Marcha Mundial das Mulheres
União Estadual dos Estudantes de
Minas Gerais (UEE-MG)
terça-feira, 10 de novembro de 2009
Eu ouvi, eu falei
essa idéia surgiu de uma formação feminista com as jovens lá na sof.
todas nós já passamos por alguma situação parecida. a gente tá andando pra escola, pro trabalho, pra padaria, pra casa, enfim, andando na rua e ouve uma cantada: "ô lá em casa, hein" "que delicia" "gostosa" "hummmm"
eles mudam o tom de voz, pra ficar bem nojento.
eles fazem de um jeito que definitivamente mostra que eles fazem isso porque podem. na nossa sociedade machista é assim: as mulheres ocupam o espaço público e ouvem coisas que reafirmam que aquele não é o lugar delas.
ahan. uma "cantada" grosseira e ofensiva quer dizer isso também.
você é bonita,sim! mas o rapaz não olhou pra vc e te achou bonita. ele só viu que você é uma mulher, e que no mundo é assim: ele tem o direito de lançar um "gostosa".
você tá de calça de moleton, meia e chinelo.
você tá com a roupa que você vai pro trabalho ou pra escola.
não importa, você tá lá, na rua.
ele pode mexer com você.
mas aí na hora você fica com raiva e não consegue responder.
normalmente lançamos um "vai se f***" ou coisas do gênero.
mas se a idéia é constranger de volta, mostrar pro rapaz e pra quem mais estiver em volta que você não gostou, que ele não tem esse direito, então é melhor ter um repertório de respostas.
a idéia de fazer isso aqui surgiu numa formação feminista com as jovens lá na sof.
é simples: EU OUVI - EU FALEI
é só escrever o que ouviu, e o que você respondeu.
pode contar o contexto, e a reação das pessoas.
ajuda a lembrar que o machismo não é uma coisa individual, mas que todas nós estamos submetidas a ele.
e é bom pra inspirar outras meninas, porque infelizmente isso vai continuar acontecendo nas nossas vidas por um tempo =/
todas nós já passamos por alguma situação parecida. a gente tá andando pra escola, pro trabalho, pra padaria, pra casa, enfim, andando na rua e ouve uma cantada: "ô lá em casa, hein" "que delicia" "gostosa" "hummmm"
eles mudam o tom de voz, pra ficar bem nojento.
eles fazem de um jeito que definitivamente mostra que eles fazem isso porque podem. na nossa sociedade machista é assim: as mulheres ocupam o espaço público e ouvem coisas que reafirmam que aquele não é o lugar delas.
ahan. uma "cantada" grosseira e ofensiva quer dizer isso também.
você é bonita,sim! mas o rapaz não olhou pra vc e te achou bonita. ele só viu que você é uma mulher, e que no mundo é assim: ele tem o direito de lançar um "gostosa".
você tá de calça de moleton, meia e chinelo.
você tá com a roupa que você vai pro trabalho ou pra escola.
não importa, você tá lá, na rua.
ele pode mexer com você.
mas aí na hora você fica com raiva e não consegue responder.
normalmente lançamos um "vai se f***" ou coisas do gênero.
mas se a idéia é constranger de volta, mostrar pro rapaz e pra quem mais estiver em volta que você não gostou, que ele não tem esse direito, então é melhor ter um repertório de respostas.
a idéia de fazer isso aqui surgiu numa formação feminista com as jovens lá na sof.
é simples: EU OUVI - EU FALEI
é só escrever o que ouviu, e o que você respondeu.
pode contar o contexto, e a reação das pessoas.
ajuda a lembrar que o machismo não é uma coisa individual, mas que todas nós estamos submetidas a ele.
e é bom pra inspirar outras meninas, porque infelizmente isso vai continuar acontecendo nas nossas vidas por um tempo =/
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