segunda-feira, 29 de março de 2010
Como foi a ação?
Confira as fotos, notícias e repercussões sobre a 3ª Ação Internacional da Marcha Mundial das Mulheres no site da Ação e nos Blogs estaduais (links na lateral do Blog).
domingo, 7 de março de 2010
quarta-feira, 3 de março de 2010
Lançamento do Livro: As Origens e a Comemoração do Dia Internacional das Mulheres
Diversas são as histórias que tentam contar a origem do Dia Internacional das Mulheres, comemorado no dia 8 de março ao redor do mundo
Conhecer as motivações e desvendar os mitos e os fatos que deram origem ao 8 de março é o que nos traz o livro de Ana Isabel Álvarez González, agora traduzido para o português. A pesquisa realizada pela autora vai a fundo conhecer a história do movimento de mulheres socialistas do final do século 19 e início do século 20. Revela embates e contradições dentro do movimento socialista quanto ao reconhecimento da importância da igualdade entre os sexos e da libertação das mulheres.
A luta das mulheres reivindicava o direito ao voto, ao reconhecimento como portadoras de bens e direitos, o acesso ao trabalho e ao espaço público. A autora relata os acontecimentos do trágico e marcante incêndio em uma fábrica nos Estados Unidos, onde mais de cem operárias foram mortas. Tal evento foi de suma importância para o desenvolvimento do movimento operário estadunidense, no entanto, a autora desconstrói o mito que o vincula à criação do Dia Internacional das Mulheres.
Ao se completar um século desde que as mulheres socialistas reunidas em Copenhague aprovaram a proposta do Dia Internacional das Mulheres, a recuperação do significado dessa data é uma contribuição importante para a reflexão sobre os desafios, as formas de organização e as reivindicações que mobilizam a lutadas mulheres ainda hoje.
Acompanhe uma breve síntese sobre e surgimento do 8 de Março em http://www.sof.org.br/publica/Dia_Internacional_da_Mulher-SOF-Em_busca_da_memoria_perdida-ATUALIZACAO2010.pdf
Conhecer as motivações e desvendar os mitos e os fatos que deram origem ao 8 de março é o que nos traz o livro de Ana Isabel Álvarez González, agora traduzido para o português. A pesquisa realizada pela autora vai a fundo conhecer a história do movimento de mulheres socialistas do final do século 19 e início do século 20. Revela embates e contradições dentro do movimento socialista quanto ao reconhecimento da importância da igualdade entre os sexos e da libertação das mulheres.
A luta das mulheres reivindicava o direito ao voto, ao reconhecimento como portadoras de bens e direitos, o acesso ao trabalho e ao espaço público. A autora relata os acontecimentos do trágico e marcante incêndio em uma fábrica nos Estados Unidos, onde mais de cem operárias foram mortas. Tal evento foi de suma importância para o desenvolvimento do movimento operário estadunidense, no entanto, a autora desconstrói o mito que o vincula à criação do Dia Internacional das Mulheres.
Ao se completar um século desde que as mulheres socialistas reunidas em Copenhague aprovaram a proposta do Dia Internacional das Mulheres, a recuperação do significado dessa data é uma contribuição importante para a reflexão sobre os desafios, as formas de organização e as reivindicações que mobilizam a lutadas mulheres ainda hoje.
Acompanhe uma breve síntese sobre e surgimento do 8 de Março em http://www.sof.org.br/publica/Dia_Internacional_da_Mulher-SOF-Em_busca_da_memoria_perdida-ATUALIZACAO2010.pdf
Mulheres” será lançado dia 13 de Março em Várzea Paulista (Av. Projetada ao lado do
Espaço Cidadania e da Prefeitura) durante a 3ª Ação Internacional da Marcha Mundial
das Mulheres.
quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010
Quatro liberdades necessárias às mulheres livres
Texto de Bianca Santana é militante da Cultura Livre. Pesquisa os usos das tecnologias digitais na educação de jovens e adultos no mestrado em Educação na Universidade de São Paulo. É membro do coletivo Casa da Cultura Digital.
A leitura deste texto, em si, é prova do quanto acessamos conhecimento pela internet. E por mais que você leia livros, jornais ou revistas impressos, e enfrente filas no banco para resolver pepinos, não há como negar que a maioria dos fluxos de informação da atualidade acontece na rede mundial de computadores. Computadores, compostos por hardware e software, sabe? Hardware: a parte física, com componentes eletrônicos, placas e circuitos. Software: a parte lógica, que define como os dados são processados. Mas normalmente nós, mulheres, não falamos disso... É tecnico demais... E por que se preocupar com questões meramente técnicas quando temos todo um mundo a transformar?
Preciso contar um segredo (e cuidado pra micro$oft não me ouvir, ou um lobbista do monopólio vai correr aqui oferecendo computadores de última geração com ruindous de graça pra Sof!): nenhuma questão é meramente técnica. Nem as tecnologias digitais! Nos convencer de que não temos nada com isso é parte da estratégia de nos fidelizar como consumidoras ideais, que compram, defendem, são dependentes e ainda resistem a qualquer alternativa.
Você já deve ter ouvido falar em software livre. E antes de prosseguir, peço licença pra me apresentar. Sou educadora, jornalista, mãe, feminista. Não sou nerd, nem ultra-tecnológica, nem tenho habilidade pra ler códigos de programação ou consertar computadores. Só uso software livre desde que compreendi a essência da coisa. Até preciso tomar vergonha e abrir a tela preta, aprender alguns comandos. Mas mesmo sem-vergonha, no meu computador roda Ubuntu (uma distribuição do sistema operacional Linux), Open Office, Gimp, Cinelerra.
Diria que a essência do software livre está nas quatro liberdades que ele permite:
A leitura deste texto, em si, é prova do quanto acessamos conhecimento pela internet. E por mais que você leia livros, jornais ou revistas impressos, e enfrente filas no banco para resolver pepinos, não há como negar que a maioria dos fluxos de informação da atualidade acontece na rede mundial de computadores. Computadores, compostos por hardware e software, sabe? Hardware: a parte física, com componentes eletrônicos, placas e circuitos. Software: a parte lógica, que define como os dados são processados. Mas normalmente nós, mulheres, não falamos disso... É tecnico demais... E por que se preocupar com questões meramente técnicas quando temos todo um mundo a transformar?
Preciso contar um segredo (e cuidado pra micro$oft não me ouvir, ou um lobbista do monopólio vai correr aqui oferecendo computadores de última geração com ruindous de graça pra Sof!): nenhuma questão é meramente técnica. Nem as tecnologias digitais! Nos convencer de que não temos nada com isso é parte da estratégia de nos fidelizar como consumidoras ideais, que compram, defendem, são dependentes e ainda resistem a qualquer alternativa.
Você já deve ter ouvido falar em software livre. E antes de prosseguir, peço licença pra me apresentar. Sou educadora, jornalista, mãe, feminista. Não sou nerd, nem ultra-tecnológica, nem tenho habilidade pra ler códigos de programação ou consertar computadores. Só uso software livre desde que compreendi a essência da coisa. Até preciso tomar vergonha e abrir a tela preta, aprender alguns comandos. Mas mesmo sem-vergonha, no meu computador roda Ubuntu (uma distribuição do sistema operacional Linux), Open Office, Gimp, Cinelerra.
Diria que a essência do software livre está nas quatro liberdades que ele permite:
- A liberdade de executar o programa, para qualquer propósito
- A liberdade de estudar como o programa funciona, e adaptá-lo para as suas necessidades (mesmo que você não tenha essa intenção)
- A liberdade de redistribuir cópias de modo que você possa ajudar os outros (como uma coisa muito, muito boa. Nada de te chamarem de criminosa por isso)
- A liberdade de aperfeiçoar o programa e liberar os seus aperfeiçoamentos, de modo que a comunidade se beneficie
Plenária no Pará: debate, feijoada e batucada
As marchantes do Pará farão uma Plenária Estadual para debater a 3ª AÇÃO INTERNACIONAL DA MARCHA MUNDIAL DAS MULHERES. Será dia 27 de fevereiro (sábado), às 9h, na Casa da Juventude (Av. Gentil Bittencout, 694, entre Quintino e Rui Barbosa, ao lado do Centur).
Veja a programação:
9h - Debate sobre: a MMM, a Ação de 2010; participação da delegação do Pará, 8 de março etc.
12h - Feijoada.
13h - Oficina de Batucada.
A metodologia da plenária será bem legal, com exibição de vídeos e muito mais.
Visite: mulheresemmarcha.blogspot.com
Veja a programação:
9h - Debate sobre: a MMM, a Ação de 2010; participação da delegação do Pará, 8 de março etc.
12h - Feijoada.
13h - Oficina de Batucada.
A metodologia da plenária será bem legal, com exibição de vídeos e muito mais.
Visite: mulheresemmarcha.blogspot.com
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010
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